O QUE FAZ A ALMA?

    PRECISAMOS DELA?  

  

Em seus quase 38 (trinta e oito) anos de atividades a ALMA vem demonstrando o quanto é importante estar alerta e determinada, a despeito de alguns poucos mal-intencionados, outros ingênuos, e alguns indiferentes a questões que nos envolvem.


Com dificuldades mantemos a Praça General Leandro relativamente livre de pessoas desocupadas, perturbadores da ordem pública e até mesmo de usuários de drogas, que, infelizmente, assolam alguns dos lugares mais bonitos da cidade. A segurança é uma conquista que precisa ser mantida sob controle diariamente. É necessário estar atento e colaborar para preservar um espaço que é de todos.

A ALMA, com o apoio do Rio Sul, disponibiliza dois professores, Professor Antônio e a Professora Karla, especializados nas questões ambientais, instruindo nossas crianças e as crianças das escolas das vizinhanças com noções básicas sobre educação ambiental, criando, assim, uma visão mais abrangente de respeito e preservação do meio em que vivemos.

Alguém acredita que – sem a ALMA – teríamos uma praça como a nossa? A resposta é óbvia, simples e contundente: - Não, definitivamente não teríamos. Basta uma breve comparação com outras praças de nossa cidade, em outros bairros.

Numa demonstração da importância da ALMA, no Dia Internacional do Meio Ambiente, 5 de junho passado, o Prefeito Da Cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou um Decreto, aqui na nossa praça, no Redondo, criando o Parque Natural Paisagem Carioca, de proteção ambiental dos morros do Leme, Babilônia e São João, sendo inegável a fundamental contribuição da ALMA para que esse ato se tornasse uma realidade.

Conselheiros da ALMA


SOS FLORESTA DE DEODORO

ABAIXO-ASSINADO PELA PRESERVAÇÃO DA FLORESTA DE DEODORO

(que o AUTÓDROMO seja construído em outro lugar)
CONTRA O ANUNCIADO CRIME AMBIENTAL

Os órgãos de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, INEA (Instituto Estadual do Meio Ambiente) e SEA (Secretaria de Estado do Ambiente), concederam de forma apressada  a LICENÇA PRÉVIA para construção de um AUTÓDROMO GIGANTESCO em Guadalupe no subúrbio do Rio.

Numa área de 2 milhões e 300 mil metros quadrados, cerca de 100 alqueires paulistas, ou seja,  área de uma FAZENDA que, segundo a avaliação de técnicos do Jardim Botânico do Rio, é o que consta nos autos desta avaliação, tem, pelo menos:

1.  80% em MATA ATLÂNTICA.
2.  NASCENTES EM SEU INTERIOR.
3.  UM RIACHO.
4.  MATA CILIAR.
5.  Esse ecossistema fica no enclave entre FLORESTA DA  TIJUCA, MACIÇO DA PEDRA BRANCA e o MACIÇO GERICINÓ-MENDANHA.

O terreno de Mata Atlântica fica numa área que foi ao longo do tempo utilizada pelo Exército para Treinamento Militar em Selva. Além disso, conforme legislação, o AUTÓDROMO está na lista que exige EIA/RIMA.
 
O  EIA (Estudo de Impacto Ambiental) é responsável pelo estudo das consequências ambientais que podem ser causadas pela obra), e o RIMA (Relatório de Impacto Ambiental) é um relatório conclusivo que analisa o impacto ambiental desta mesma obra.

Não há dúvida: quando há remoção da Mata Atlântica, esta remoção é considerada uma GRAVE IRREGULARIDADE, um crime contra o bem comum.

A população do entorno da obra não está devidamente informada do que é ser vizinho de um AUTÓDROMO, que, além de funcionar em dias de eventos, tem uma dinâmica de treinos diários que envolvem muitos decibéis além do permitido em área urbana (entorno).

Com base nisto, o Ministério Público do Rio de Janeiro ingressou com AÇÃO CIVIL PÚBLICA e OBTEVE LIMINAR EXIGINDO QUE A LEI SEJA RESPEITADA E SEJA REALIZADO O EIA/RIMA.

Por tudo isto, constatamos: CRIME AMBIENTAL COM LICENÇA DOS ÓRGÃOS DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (INEA e SEA).

Para garantir a idoneidade deste Abaixo-Assinado, convidamos você a ler o processo  do  Ministério Público contra o ESTADO DO RIO DE JANEIRO E O INEA: https://docs.google.com/file/d/0BxSgcH3QIaqxemFrNy1Va2dzd0k/edit?pli=1


Para o Abaixo-Assinado SOS FLORESTA DE DEODORO: HTTP://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N36278